Casos não-resolvidos


O shopping Osasco Plaza

O Shopping Osasco Plaza explodiu na hora do almoço deixando dezenas de mortos e centenas de feridos. O culpado pela explosão foi Marcelo Zanotto, administrador do shopping. A acusação contra ele foi que o lugar exalava um cheiro forte de gás havia alguns dias, nesse caso, a falha seria do administrador por não comunicar à manutenção do prédio para que fosse feito o reparo necessário. Mais tarde, após ter sido pré julgado pela mídia e pelos delegados laudos de especialistas concluíram que a falha foi da construtora pois o gás vazou minutos antes do acidente, o forte cheiro que parecia ser de gás era, na verdade, de um esgoto que ficava próximo ao local onde a explosão começou. Após quase 10 anos de processo, Marcelo é declarado inocente. "A sensação, acho que exata, é de alguém que saiu de um pesadelo que parecia não ter fim. Quando você tem, eventualmente, alguma responsabilidade, é uma coisa. Mas, quando você sabe ser inocente e, ainda por cima, depois de presenciar uma tragédia como essa, é um alívio indescritível. Confesso que só agora retomei a vontade de viver, de seguir em frente".


Fonte do texto: Jornalismo dos Anos 90, Luís Nassif.

Fonte da foto: www.revistaemergencia.com.br



Escrito por Thaís às 10h00
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O Edifício Joelma

     Edifício Joelma,inaugurado em 1971,localizado na Avenida nove de julho,número 225,um dos edifícios mais importantes da Cidade de São Paulo,ficou conhecido como uma das maiores tragédia do país.
     No dia 1 de fevereiro de  1974 ,um curto-circuito no ar condicionado,provocou um incêndio que se  espalhou por todo edifício,que durante quatro horas ardeu em chamas,fazendo mais de 188 mortos e 345 ficaram gravemente feridos.
     Até hoje estudiosos garante que o local é cercado por espíritos ,uma espécie de maldição,todos que se aproximam acabam morrendo.Segundo relatos a quem diga que isso é só lenda outros afirmam que realmente existe energias espirituais estranhas,que provocam os acidentes.
      Antes o Edifício Joelma era uma casa,nela morava um professor chamado Paulo Camargo,junto com ele sua mãe e irmãs. O morador da casa Paulo, em um momento de loucura matou a tiros sua mãe e suas  irmãs e logo em seguida entrou em desespero e enterrou os corpos em um poço,que ficava no quintal da casa,depois se suicidou-se.
      As autoridades trabalharam com duas hipóteses para esse ato do morador.A primeira é que a família se negava a aceitar a namorada dele,sempre tendo discussões e atritos. A segunda era,ele não queria cuidar da mãe e das irmãs,que seriam portadoras de uma doença muito grave ,no qual Paulo, não queria ter trabalho para cuidar delas.Este caso nunca teve solução,pois os policiais não conseguiram desvendar esse grande mistério.
      Após o resgate dos corpos no poço,um bombeiro que trabalhava nessa missão,acabou morrendo de infecção cadavérica,talvez seria a maldição da casa?.Este crime de triplo assassinato e um suicídio marcou a vida da população Paulista e entrou para a história como sendo o Crime do Poço.
       O Edifício Joelma ficou quatro anos interditado,sem poder construir nenhuma obra.Mas depois foi reaberto batizado como Praça da Bandeira.Até  hoje ainda existe um grande mistério sobre o caso.Cada ser humano pensa de uma maneira diferente,uns acredita e defende com todas as forçar que existem realmente um força ruim, que destrói vidas,e afirmam que até hoje assombrações vagam pelo Edifício,já outros não acreditam e uns ficam na dúvida. Então fica a pergunta,você também acredita que é mal assombrado?

 


Fonte da foto: http://www.sobrenatural.org/upload/Site/Materias/Edificio_Joelma/Incendio.jpg

Fonte do texto: Programa Linha Direta - Rede Globo



Escrito por Debora às 09h55
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O caso Sérgio Naya



O ex-deputado Sérgio Naya, foi vítima de mais um erro dos meios de comunicação.Esse é mais um caso que a mídia não teve responsabilidade nenhuma em apurar as informações e tirou suas próprias conclusões, como sempre precipitadas,com isso prejudicando a imagem de Naya.
Naya era dono de uma grande construtora. Dois edifícios comandando por ele desabaram no Rio de Janeiro.O ex-deputado sempre teve uma vida política conturbada,sempre gerou muita polêmica,por ser visto como um dos piores políticos do país.Os únicos que o defendia era seus eleitores fieis,ele acabou sendo culpado pelo desabamento dos edifícios.
Após investigações ficou comprovado que o ex-deputado era inocente,mas continuava responsável pela indenização das vitimas,mas estava livre das a acusações penais.O verdadeiro culpado seria o engenheiro calculista por que o processo de construção baseia-se em elementos objetivos (plantas,cálculos,entre outros procedimentos),e não do engenheiro que comandava a obra.
A mídia tem como dever informar a sociedade, não pode manipular as informações,pois uma noticia declarada de forma errada,pode prejudicar a vida de uma pessoas,que acima de tudo é um ser humano e não pode ser condenado sem provas.
O papel do jornalista é informar não julgar,pois cabe ao juiz decidir quem é o culpado.

Fonte: Livro- " O Jornalismo dos Anos 90",Luís NAssif


Escrito por Debora às 20h13
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O calouro da medicina

 

         O ano de 1999,ficou marcado pela tragédia ocorrida na Faculdade de Medicina de São Paulo,no qual um calouro foi jogado na piscina e faleceu,este caso tomou conta da mídia.

         Um aluno que já estudava na Faculdade, de origem humilde,conhecido como o Ceará,foi filmado em uma churrascaria simulando ter sido o culpado pela morte do calouro.

         A mídia perseguiu o suposto assassino, sendo que uma pessoa que esta bêbada e simula uma entrevista não deveria ser levado a sério jamais,mas  a mídia em nenhum momento pensou na família desse calouro, que estava sofrendo com tudo isso que estava acontecendo,só pensou em si própria em manter a sua audiência ,fugindo de suas responsabilidades sociais  e deixando a ética totalmente de lado.

         Os meios de comunicação, já sabiam  que tudo indicava que o calouro tinha sido sufocado por dezenas de alunos e foi atirado na piscina e acabou morrendo afogado.Os investigadores do caso,nunca levantaram a hipótese que havia  apenas um só criminoso,mesmo assim a mídia sabendo da verdade,não se importou  e manipulou o caso fazendo dele o que bem entendesse e colocou a Faculdade  como sendo um lugar muito perigoso,com isso defamando a imagem da organização.

          Até hoje esse caso não foi solucionado por falta de provas,mas ficou claro que o tal do Ceará,não tinha culpa,apenas estava bêbado ,sem noção nenhuma e sem medir as conseqüências de seus atos gravou a entrevista falsa, sem pensar na vida do colega que havia sido interrompida brutalmente.

    O jornalistas,tem o dever de não falta com a verdade e sempre publicar o que de fato é verdadeiro sem aumentar e nem diminuir o ocorrido,mas na prática não é o que ocorre, estão sempre em atritos para ver quem dá a noticia primeiro.

      Será que realmente vale a pena omitir informações para conseguir audiência?

 


Fonte da foto: Encontra no site da própria Faculdade

Fonte: Livro- " O Jornalismo dos Anos 90', Luis Nassif



Escrito por Debora às 11h28
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Caso Escola Base

 O caso foi a mais de dez anos, mas ainda se arrasta.

 Em 1994 o caso da Escola Base dominou todos os meios de comunicação. A escola, que na teoria era usada para o estupro de alunos, acabou se tornando uma filial do inferno, um lugar abominável onde crianças eram abusadas sexualmente pelos adultos que deviam cuidar delas.

 Tudo parecia cruel, absurdo. Como uma escola desse tipo pode funcionar? Quem permite esse tipo de coisa? A revotla da população foi enorme, semelhante a comoção pública causada pelo caso Isabella. A escola foi depredada, os donos presos e o perueiro acusado pelos estupros nunca conseguiu provar sua inocência. Mães apareciam a todo instante com filhos traumatizados, a polícia acusava mas não mostrava provas, e os jornais publicavam absurdos todos os dias. Mas e as provas?

 A história foi se tornando tão absurda que oferece liberdade para comparações. Michael Jackson, cantor internacionalmente conhecido pelos seus hábitos bizarros do que por sua música, hoje carrega o estigma de ser um estuprador pedófilo, apesar de nenhuma prova ser apontada. Hordas de mães acusaram o cantor, forjaram provas, choraram suas tristezas para diversos juris que acabaram por desmascarar essas que deviam ser presas por se aproveitar dos filhos para conseguir dinheiro. O mesmo aconteceu na Escola Base. Uma das histórias mais lembradas é a do menino que tinha um problema intestinal que lhe causou feridas na região anal. A mãe, estrapolando todo o bom senso, levantou essas feridas como as provas cabais de que seu filho tinha sido estuprado, até que um médico provou o contrário. Outras mães também alegaram o estupro de seus filhos, mas sem provas. E assim o caso seguia.

 A polícia arquivou o caso por falta de provas. O casal dono da escola se divorciou, nunca mais conseguiu trabalho na área de pedagogia. O perueiro idem. Os jornais e canais de televisão que divulgaram matérias que passavam dos limites ainda estão sendo processados, e no ultimo dia 25 a Folha da Manhã foi condenada, como mostra matéria abaixo enviada gentilmente pela colega Núria (http://sensacionalismodoibope.zip.net):

Escola Base: Grupo Folha é condenado


“Perua escolar carregava as crianças para a orgia”. O Grupo Folha da Manhã, que edita a Folha de S. Paulo, até tentou convencer o Tribunal de Justiça de São Paulo de que se limitou a reproduzir as informações oficiais do caso Escola Base, na matéria que tinha o título acima, publicada no extinto Folha da Tarde, mas não foi o que entendeu a turma julgadora. A empresa terá que pagar R$ 200 mil de indenização por danos morais para R.F.N., hoje com 18 anos e na época com apenas quatro, filho de um dos casais acusados de abusar sexualmente de crianças numa escola de São Paulo, em 1994, e requerente da ação.

A conduta do jornal, juntamente com outros órgãos de imprensa, contribuiu para criar uma situação anormal, não experimentada não só para os adultos envolvidos”, afirmou em seu voto o desembargador Odemar Azevedo.

A Folha da Tarde se baseou nas informações passadas pelo delegado que conduziu o inquérito policial e de depoimentos de duas mães de alunos.

Os desembargadores Odemar Azevedo, Mathias Coltro e Oscarlino Moeller consideraram a manchete sensacionalista e que extrapolou o direito de informar, além de atingir a esfera moral da criança.

A decisão é de segunda instância e cabe recurso.

A Folha e o Estadão também foram condenados pelo que publicaram, tendo que pagar R$ 750 mil. A Globo foi condenada a pagar indenização de R$ 1,35 milhão. Já a IstoÉ teve de pagar R$ 360 mil. Para todas as empresas cabe recurso.


Com colaboração dos sites www.comuniquese.com.br e www.oglobo.globo.com


Escrito por Thaís às 11h21
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Caso Bar Bodega

       No dia 10 de agosto de 1996 o caso Bar Bodega entrou para a história, bandidos invadiram um bar que era freqüentado por jovens e mataram duas pessoas, um estudante e um dentista. Este episódio repercutiu  causando comoção entre as pessoas.

       Uma rádio paulistana acabou se envolvendo no caso e começou a fazer uma campanha contra a violência, nessa campanha entrou empresas, famílias, todos colocando uma faixa branca nas fachadas.

       Depois de 15 dias o delegado responsável pelo inquérito prendeu nove suspeitos do crime, meninos que moravam na favela, que acabaram ficando presos por 60 dias.Três dos meninos acabaram dizendo que eram os culpados.Após 2 meses o promotor divulgou que havia suspeitas  de que os meninos tinham sido torturados para confessar o crime, que pediu a libertação dos garotos, o promotor foi alvo  de protestos pelos rádios e televisões.

Acabou escrevendo um  artigo defendendo o promotor.Em novembro a justiça acabou prendendo seis acusados que foram condenados cinco dos rapazes.Mas  novamente descobriram que foram torturados os jornalistas estavam sabendo do acontecido.

        Anos depois o promotor Eduardo Araújo da silva contou que havia sofridos várias pressões principalmente pelos meios  de comunicações que expôs sua imagem.

        Depois foi comprovado que realmente houve torturas entre os acusados e que a mídia  sabia de tudo.A imprensa divulgou que foi um “ erro policial”, mas a mídia não foi atrás dos causados para saber como se sentiam.

        O autor do livro  fecha seu artigo fazendo uma critica a mídia,justamente os jornalistas que sempre lutaram pelos seus direitos e na hora de divulgar seu papel não quis saber dos direitos da sociedade, onde fica  a ética.

 


Fonte: Livro- “O Jornalismo dos Anos 90”, Luís Nassif



Escrito por Debora às 10h27
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